nas pericias da memória
sábado, 16 de janeiro de 2016
Quem sabe?
Boa pergunta.
Nem imagino, nem me pego mais a sonhar...
Só sei de minhas vontades para o amanhã.
No entaanto; estas vontades dependerão de mim
Da minha força.
Dos meus desejos.
Mas sempre haverá forças externas.
Estas irão dificultar.
Isso já basta para o caminho não ser seguido como foi planejado.
Portanto, os planos sempre são metamorfoseados.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Um resumo...
Quem não assitiu?
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
SAUDADES...
segunda-feira, 4 de junho de 2012
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sábado, 20 de novembro de 2010
A minha identidade?
Até mesmo aquilo que está estável pode desenvolver um sentido movimentacional. Dependendo do seu ponto de vista. Então é possivel viabilizar a idéia de que a história não se estagna a uma suposta verdade. As multiplas idéias sempre correrão um risco sobre a sua existência e manutenção. Assim podemos nos enxergar como um bando de indivíduos mascarados e perpetuantes nas transformações e metamorfoses. Somos atores que trocam constantemente as suas máscaras e os seus ditos. Horas assumimos o papel de filhos(as), namorados(as), amigos(as), amantes, revolucionários(as), ociosos(as), maridos e esposas, ateus e crentes, cultos ou barbaros, enfim, a todos os momentos estamos nos veinculando a papeis que nos forçam a assumir um carater multifacetado e por isso um tanto complexo e divergente as nossas próprias dimensões daquilo que conhecemos sobre nós mesmos.
A identidade nada mais é do que uma verdade subterraneada, jogada aos porões de um receio humano a uma chance de este ser não conhecer a sí próprio. Mas qual é peso de um ser humano que não se conhece? Supostamente um peso inemedivel, um peso tão grande que o deixaria mais próximo possível de uma utopia, a liberdade. Esta é uma "ficção real"(paradoxo?) que transporta o ser humano a uma viajem torturosa de sí mesmo. Não há liberdades, nunca houve e dificilmente haverá. O que há então? Sonhos, e estes parecem medicamentos que aliviam certas dores sociais, por isso não custa nada sonhar. Sempre estaremos preso a algo e assim podemos nos inserir em uma sociedade qualquer. Afirmo isto com uma certa segurança, pois só podemos nos tornar livres se conseguirmos no inserir nas instituições sociais e aí vai uma bomba. Você no seu dito teor de uma razão positivista diria que a família seria a primeira das instituições. Mas há quem discorde, primeiro qual é a identidade da familia neste seculo XXI? Existe hoje um gama de imagens ou representações sobre esta instituição que, assim como é criada pelo ser humano vem a passar por algumas desconstruções e daí passam a ter outras formas e estruturas. Segundo, que a todo instante surgem novas formas de comunicaçõe. Terceiro, que sem a comunicação, supostamente, nada existiria para conduzir a humanidade para sí mesma.
Identidade, termo de conceito carente no que nos referimos a sua verdade consolidada. Aí vai mais um outro ponto. Sem a linguagem não há um inserimento social, o que há então é mais uma forma de prisão, diria uma cela social para aqueles que se comunicam com os seus fulgurosos lábios. A verdade é que a identidade nada mais é do que uma verdade camuflada e que expõe os humanos em uma prisão, dentre tantas outras que já existem. Como pode o ser humano ser tão precipitado a querer prender a sí mesmo em seu próprio ser? Pois a noção de identidade é muito rígida. Mas o certo seria que não buscassemos uma identidade e sim buscassemos as mais diversas identidades possíveis. Não afirmamos isto para defender uma mudança constante e comum, mas sim para compreendermos que jamais seremos os mesmos. Por meio destas noções poderiamos compreender a importância da memória. Passariamos a conviver com as diferenças e esta é a maior objetividade da deusa História. Pois nos eliseos campos de Clio há uma carência de compreensão de sí mesmo e esta carência é quem leva o ser humano a uma pleiade celestial e marcada por distintos e diversos conceitos sobre o que é ser humano.
O ser humano nada mais é do que um complexo universo particular que como este em que habitamos, sofre continuas transformações. Daí não podemos deixar de admirar os corpos transbundes largados a uma noção de identidade ou personalidade. A fidelidade a isto pode inserir um corpo andante aos meandros de um exemplo a seguir, porém deixa o ser humano mais próximo dos reconcavos mais intimos da frustração e do receio em não ser o que ele poderia ser. Pois as normas estão para serem cumpridas ou vencidas. Tais normas são como as catracas dos estádio, dos onibus, dos cinemas e enfim nos comparamos, nos tratamos e nos comportamos como gados conduzidos a um espaço qualquer. Um espaço que não poderia ser ocupado se não fosse com o apoio dos instrumentos mantedores da ordem. Assim qual é a idéia para a identidade?
Somos seres que se controlam para não se igualar aos animais irracionais, mas percebemos que com as identidades nos estamos é nos aproximando deste reino. Assim a idéia de pertencimento a uma identidade ou conceito nada mais é do que uma catraca para uma bando de animais que precisam se sujeitar a um determinado sistema coercitivo. Como não disconfiar então dos conceitos dados e amostrados pelo mundo? A desconfiança é uma vantagem para quem está próximo dos que defendem a identidade nacional, ou religiosa, ou institucional e etc e tal. Este platonismo de identidades nada mais é do que uma imposição quase que natural de uma sociedade pragmática e perversa que idolatra a vaidade, o preconceito, uma fantasia no mundo real de que todos devem ter uma identidade, ou seja, todos devem ter uma prisão em sí mesmo. Assim o ser humano se idolatra e se engana quando acha que não possui várias máscaras que está carregada de fraturas, cesuras, rupturas e falsas colagens.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Patrimônio em debate. Matéria de uma as edições da revista História Viva.
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Nos últimos dias, a 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco tem trabalhado para rever a sua lista de Patrimônios em Perigo. A entidade inclui nessa relação qualquer bem cultural por ela tombado que sofra algum tipo de ameaça à sua preservação. A lista pode abarcar desde edifícios históricos que não passam por manutenção correta a zonas florestais postas em risco por um processo intenso de urbanização.
Por enquanto, a Unesco divulgou seis bens que, de acordo com os representantes reunidos, entraram para a relação: a floresta subtropical de Madagascar; a Catedral Bagrati e o Monastério Gelati, ambos na Geórgia; os túmulos dos reis de Buganda, em Kasubi (Uganda); e o Parque Nacional de Everglades, nos Estados Unidos. O destaque fica por conta deste último, pois sua inclusão na lista de patrimônios em perigo foi feita pelos próprios representantes do governo americano.
Por outro lado, a agência já anunciou que dois patrimônios estão fora do grupo de bens ameaçados. O primeiro deles é a cidade de Machu Pichu, no Peru. O segundo é o ecossistema das Ilhas Galápagos, que até então estava na lista e foi retirado.
Não há previsão ainda de quando será finalizada a avaliação de todos os bens que podem entrar ou sair da lista de patrimônios ameaçados.
Por Pietro Henrique Delallibera |







