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sábado, 16 de janeiro de 2016

Quem sabe?

Como será o amanhã?
Boa pergunta.
Nem imagino, nem me pego mais a sonhar...
Só sei de minhas vontades para o amanhã.
No entaanto; estas vontades dependerão de mim
Da minha força.
Dos meus desejos.
Mas sempre haverá forças externas.
Estas irão dificultar.
Isso já basta para o caminho não ser seguido como foi planejado.
Portanto, os planos sempre são metamorfoseados.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Um resumo...

Os primeiros olhares a beneficiarem os trabalhadores, veio com os liberais. No século XVIII. O iluminismo que embrionou preocupações sobre o direito a propriedade privada, liberdade de expressão, igualdade de todos perante a lei. Os temas eram novos, por serem novos, demoraria a ganhar força, afinal, a mudança de mentalidade é a mais lenta e gradual. Como diria Jacques Le Goff. Marx nunca sujou as mãos nas fábricas, expulsou os anarquistas de Prudhon, da intentona dos trabalhadores, por terem questionado as possibilidades do comunismo de gerar ditaduras. O que já era de ter esperado... afinal o sistema doentio e vermelho, surgiu com um embrionamento ideológico de um ferroviário, Graco Babeuf na teoria. Contudo, na prática, foi bem diferente. Pois o governo francês de Ropespierre ficou conhecido como a época do terror. Um termo bem sugestivo para esta estrutura ideológica que perdurará até os dias de hoje. Afinal, qual governo vermelho não fez gosto por execuções em massa? Tivemos a Rússia que se tornou a ditadura sobre o proletariado, e não deles. A Cuba em que pessoas saem de lá por meio de barris ou a nado... A Coréia do Norte que não consegue brilhar mais do que a do Sul visto lá de cima. A Alemanha oriental que até hoje sofre com as mãos sujas dos comunistas e retardatores do progresso. A Venezuela com seu governo de esquerda. Bom, eles não teriam problemas como os do movimento dos sem teto? Então o que diabo que significa a torre ou o edifício David?

Quem não assitiu?

O que falar de Roberto Gomez Bolanos? Seria algo pretensioso... Mas tentaram falar de um Charles Chaplin no cinema. O eterno Bolanos como Chaves ou Chapolin Colorado, o Humor efetivou seu maior nome. Nossa maioria nem sabe seu nome de fato, pois a arte da produção do riso o legitimou como Chaves... O menino que representava o abandonado e que em muitos capítulos, nos mostrava a emoção. Emoção que se misturava as lágrimas e nos sorrisos. Estas se metamorfoseavam até se tornarem misturas homogêneas ... Lembrou as trapalhadas causadas pela inocência, pelo perdão, pela ansiedade da brincadeira (da bola quadrada ao carrinho de caixa de sapato), pela fome que representava com seu super humor, pelas datas comemorativas, pelos socorros da Cruz Vermelha, pela correria por uma lata ou um favor em troca de um refresco ou de um suco de tamarindo que parecia com um monte de frutas... rsrsrsr, pelas marretadas nos vilões, Pelo interesse na mulher sem frisar a prática sexual, um amor inocente, um Shakespeare do humor. Pelo sonho de nos tornar heróis... . Há, o humor inocente, aquele que os adultos se divertiam também; e como crianças... Os capítulos de Chavez, Chapolin, Chesperito... e outros, jamais serão superados. Enfim, morreu o maior humorista do Universo... E minha infância foi marcada por suas aventuras. E querem saber? Me emocionei quando soube de sua morte, como agora digitando isto. Assim como me emocionei quando era criança e ganhava o prazer de viver, com os seus capítulos que tratavam de nos despertar algumas emoções. Até hoje eu assisto...

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

SAUDADES...

"Quando a saudade é demais sempre sai pelos olhos e nos deixa frustrado por...
não vivermos aquilo que já passou e que foi inesquecível. 
Por ter sido inesquecível é que dói de certa forma. 
É como se puxássemos algo que não conseguimos vencer simplesmente por não sair de dentro de nossas memórias. 
Não consigo parar de pensar nos dias que ficaram dourados para sempre em minhas memórias. A sensação de saudade é ruim demais... minha nossa... 
Isso atormenta e conduz aos diversos abismos. 
Ter saudade por quem vive é pior. 
Percebemos que dividimos o mesmo céu e nem por isso estamos juntos. 
Caramba... nos tornamos loucos pelas presenças memoriais dos ausentes que carregamos dentro de nós." 
É foda isso...
Hoje estamos em lugares que nunca imaginávamos antes.
hoje estamos esperando por mais uma atitude de esperança.
hoje está começando sem muita paz de espirito.
hoje está tudo torto.
hoje me procuro.
hoje me agonizo.
hoje está na metade.
hoje estou com medo.
hoje quero viver mais.
hoje me temo.
hoje não sonho mais.
hoje espero pelo amanhã.
hoje eu tento acreditar.
hoje sinto medo.
hoje me perturbo.
hoje te procuro dentro das lembranças.
hoje te encontro nas saudades que desesperam e matam meus sonhos.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ainda temos isso para resolver.








Nada mais justo do que lembrar o passado. Todos merecem saber a que fim deram aqueles que lutaram por algo de útil na humanidade. Ser historiador é lembrar aquilo em que, os que são comentados não podem mais se defenderem.

Querendo despir todos os desejos que levaram ao algo! Com um olhar encharcado de bebida nictar. Das imagens reais e fictícias, famintas por um corpo e por uma mente! No sopro de um dos ventos da vida e na ferocidade de uma razão mordaz de qualquer verdade noturna e despida... o sonho que passar será mais um que voltará. Ao que de fato nos convém. No enlace de negros, brancos, vermelhos e clonados... por diversas epidermes. Finalizaremos um sabor que poderá destituir novos aversos... acompanhado das silhuetas, de diversos contornos absurdos. Em que os olhares distintos provocam. É um causador de delírios e de sabores insanos por mais e mais corpos!
Era está básico, ao se acostumar com um frio e com uma sede. É preciso ter um porre de paciência e cautela. Pra não cansar sua falta de precaução. Todo dia a mesma cena nas telas oculares de quem sabe olhar sem demonstrar aquilo que é visto despercebidamente. Andar? É preciso? Com seus pés descalços e calejados. Seria melhor observar o fogo na lareira da imaginação. Café numa xícara pequena e seguida com uma dose de conhaque. Um cigarro amassado ajuda a fazer, da parte interna do corpo, uma lareira particular e que estaria sujeita a esquentar a alma do seu mundo mental. Não é possível ter o céu, mas uma noite ofegante, sim. Lembro a todo instante de seu último romance pérfido de outras histórias. Impossíveis de se acreditar.

sábado, 20 de novembro de 2010

A minha identidade?

Quase todos buscam uma identidade, mas qual o motivo? Será que esta é tão necessária assim. Dar conceitos sobre identidades não é tão simples assim. Cabe ao humanista transportar uma compreensão para o mundo sobre o quão dificil e complexo é esta tarefa. Primeiro vem o motivo de tentar compreender este viés, segundo a busca por uma noção desta dimensão, terceiro o seu campo observatorial, assim podemos tentar iniciar os ramos condutores a esta compreensão. Mas será que não falta nada? Bem, de acordo com os meus estudos é preciso uma aceitação no que se refere as heterogeneidades supostamente continuas ou descotinuas.

Até mesmo aquilo que está estável pode desenvolver um sentido movimentacional. Dependendo do seu ponto de vista. Então é possivel viabilizar a idéia de que a história não se estagna a uma suposta verdade. As multiplas idéias sempre correrão um risco sobre a sua existência e manutenção. Assim podemos nos enxergar como um bando de indivíduos mascarados e perpetuantes nas transformações e metamorfoses. Somos atores que trocam constantemente as suas máscaras e os seus ditos. Horas assumimos o papel de filhos(as), namorados(as), amigos(as), amantes, revolucionários(as), ociosos(as), maridos e esposas, ateus e crentes, cultos ou barbaros, enfim, a todos os momentos estamos nos veinculando a papeis que nos forçam a assumir um carater multifacetado e por isso um tanto complexo e divergente as nossas próprias dimensões daquilo que conhecemos sobre nós mesmos.

A identidade nada mais é do que uma verdade subterraneada, jogada aos porões de um receio humano a uma chance de este ser não conhecer a sí próprio. Mas qual é peso de um ser humano que não se conhece? Supostamente um peso inemedivel, um peso tão grande que o deixaria mais próximo possível de uma utopia, a liberdade. Esta é uma "ficção real"(paradoxo?) que transporta o ser humano a uma viajem torturosa de sí mesmo. Não há liberdades, nunca houve e dificilmente haverá. O que há então? Sonhos, e estes parecem medicamentos que aliviam certas dores sociais, por isso não custa nada sonhar. Sempre estaremos preso a algo e assim podemos nos inserir em uma sociedade qualquer. Afirmo isto com uma certa segurança, pois só podemos nos tornar livres se conseguirmos no inserir nas instituições sociais e aí vai uma bomba. Você no seu dito teor de uma razão positivista diria que a família seria a primeira das instituições. Mas há quem discorde, primeiro qual é a identidade da familia neste seculo XXI? Existe hoje um gama de imagens ou representações sobre esta instituição que, assim como é criada pelo ser humano vem a passar por algumas desconstruções e daí passam a ter outras formas e estruturas. Segundo, que a todo instante surgem novas formas de comunicaçõe. Terceiro, que sem a comunicação, supostamente, nada existiria para conduzir a humanidade para sí mesma.

Identidade, termo de conceito carente no que nos referimos a sua verdade consolidada. Aí vai mais um outro ponto. Sem a linguagem não há um inserimento social, o que há então é mais uma forma de prisão, diria uma cela social para aqueles que se comunicam com os seus fulgurosos lábios. A verdade é que a identidade nada mais é do que uma verdade camuflada e que expõe os humanos em uma prisão, dentre tantas outras que já existem. Como pode o ser humano ser tão precipitado a querer prender a sí mesmo em seu próprio ser? Pois a noção de identidade é muito rígida. Mas o certo seria que não buscassemos uma identidade e sim buscassemos as mais diversas identidades possíveis. Não afirmamos isto para defender uma mudança constante e comum, mas sim para compreendermos que jamais seremos os mesmos. Por meio destas noções poderiamos compreender a importância da memória. Passariamos a conviver com as diferenças e esta é a maior objetividade da deusa História. Pois nos eliseos campos de Clio há uma carência de compreensão de sí mesmo e esta carência é quem leva o ser humano a uma pleiade celestial e marcada por distintos e diversos conceitos sobre o que é ser humano.

O ser humano nada mais é do que um complexo universo particular que como este em que habitamos, sofre continuas transformações. Daí não podemos deixar de admirar os corpos transbundes largados a uma noção de identidade ou personalidade. A fidelidade a isto pode inserir um corpo andante aos meandros de um exemplo a seguir, porém deixa o ser humano mais próximo dos reconcavos mais intimos da frustração e do receio em não ser o que ele poderia ser. Pois as normas estão para serem cumpridas ou vencidas. Tais normas são como as catracas dos estádio, dos onibus, dos cinemas e enfim nos comparamos, nos tratamos e nos comportamos como gados conduzidos a um espaço qualquer. Um espaço que não poderia ser ocupado se não fosse com o apoio dos instrumentos mantedores da ordem. Assim qual é a idéia para a identidade?

Somos seres que se controlam para não se igualar aos animais irracionais, mas percebemos que com as identidades nos estamos é nos aproximando deste reino. Assim a idéia de pertencimento a uma identidade ou conceito nada mais é do que uma catraca para uma bando de animais que precisam se sujeitar a um determinado sistema coercitivo. Como não disconfiar então dos conceitos dados e amostrados pelo mundo? A desconfiança é uma vantagem para quem está próximo dos que defendem a identidade nacional, ou religiosa, ou institucional e etc e tal. Este platonismo de identidades nada mais é do que uma imposição quase que natural de uma sociedade pragmática e perversa que idolatra a vaidade, o preconceito, uma fantasia no mundo real de que todos devem ter uma identidade, ou seja, todos devem ter uma prisão em sí mesmo. Assim o ser humano se idolatra e se engana quando acha que não possui várias máscaras que está carregada de fraturas, cesuras, rupturas e falsas colagens.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Machado de Assis - Desenho animado sobre a vida do mestre da literatura ...

Patrimônio em debate. Matéria de uma as edições da revista História Viva.

Nos últimos dias, a 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco tem trabalhado para rever a sua lista de Patrimônios em Perigo. A entidade inclui nessa relação qualquer bem cultural por ela tombado que sofra algum tipo de ameaça à sua preservação. A lista pode abarcar desde edifícios históricos que não passam por manutenção correta a zonas florestais postas em risco por um processo intenso de urbanização.

Por enquanto, a Unesco divulgou seis bens que, de acordo com os representantes reunidos, entraram para a relação: a floresta subtropical de Madagascar; a Catedral Bagrati e o Monastério Gelati, ambos na Geórgia; os túmulos dos reis de Buganda, em Kasubi (Uganda); e o Parque Nacional de Everglades, nos Estados Unidos. O destaque fica por conta deste último, pois sua inclusão na lista de patrimônios em perigo foi feita pelos próprios representantes do governo americano.

Por outro lado, a agência já anunciou que dois patrimônios estão fora do grupo de bens ameaçados. O primeiro deles é a cidade de Machu Pichu, no Peru. O segundo é o ecossistema das Ilhas Galápagos, que até então estava na lista e foi retirado.

Não há previsão ainda de quando será finalizada a avaliação de todos os bens que podem entrar ou sair da lista de patrimônios ameaçados.

Por Pietro Henrique Delallibera



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Somos homens-narrativas.

Eu falo, mas nem sempre com as palavras pois podemos falar somente com os olhos, com os gestos, com os sentidos e até com as vontades. Somos seres que expressam. Somos seres lidos e leitosos. Somos um quê de cada letra, letra que quer gritar por algo, quer contar alguma coisa, nem que seja para si mesmo. Creio que o silêncio purifica o homem e mais, através do silêncio é possível chegar o mais pertinho possível de um juri particular e assim se afastar do severo juri popular. Basta existir para ser lido, não precisa falar muita coisa. O mundo por si só estimulou os terráqueos às leituras de seus semelhantes. Mas esta leitura pode ser viável para compreender os nossos limites e condições, porém precisa ser cautelosa e sutil, afinal estamos lendo outros sentimentos que não nos pertencem e aí, muita cautela.