terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Quem não assitiu?
O que falar de Roberto Gomez Bolanos? Seria algo pretensioso... Mas
tentaram falar de um Charles Chaplin no cinema. O eterno Bolanos como
Chaves ou Chapolin Colorado, o Humor efetivou seu maior nome. Nossa
maioria nem sabe seu nome de fato, pois a arte da produção do riso o
legitimou como Chaves... O menino que representava o abandonado e que
em muitos capítulos, nos mostrava a emoção. Emoção que se misturava as
lágrimas e nos sorrisos. Estas se metamorfoseavam até se tornarem
misturas homogêneas ... Lembrou as trapalhadas causadas pela inocência,
pelo perdão, pela ansiedade da brincadeira (da bola quadrada ao
carrinho de caixa de sapato), pela fome que representava com seu super
humor, pelas datas comemorativas, pelos socorros da Cruz Vermelha, pela
correria por uma lata ou um favor em troca de um refresco ou de um suco
de tamarindo que parecia com um monte de frutas... rsrsrsr, pelas
marretadas nos vilões, Pelo interesse na mulher sem frisar a prática
sexual, um amor inocente, um Shakespeare do humor. Pelo sonho de nos
tornar heróis... . Há, o humor inocente, aquele que os adultos se
divertiam também; e como crianças... Os capítulos de Chavez, Chapolin,
Chesperito... e outros, jamais serão superados. Enfim, morreu o maior
humorista do Universo... E minha infância foi marcada por suas
aventuras. E querem saber? Me emocionei quando soube de sua morte, como
agora digitando isto. Assim como me emocionei quando era criança e
ganhava o prazer de viver, com os seus capítulos que tratavam de nos
despertar algumas emoções. Até hoje eu assisto...
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