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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Consensos

Eu escuto os odeios do cotidiano quando me deparo com o meu leve anseio que me pesa.
Eu vejo os ditos de piedade das várias gentes que se calamidam.
Assim o odeio supera a importância ou a relevância do eu te amo.
Contudo de complexo que há, as noites empurram os dias...
... os demos do céu caem a este inferno.
Esta queda se projeta pelas luzes estrelares.
Surge uma luta contra as tempestades do mal.
O dia surge vencendo as trevas mas este não deixa de ser pertubador ou atormentador.
E mais uma vez surgirá a voz da repreensão pela fala da cruel condenação dada pelos outros que não conhece nem a sí mesmo.
Por isso eu escuto, mesmo inserido no silêncio, os choros e os gemidos causados por desesperos.
Desesperos acompanhados de segredos.
Daí eu tento gritar e respirar um ar sólido de desejos, consigo mas dificilmente eu os mantenho como conquista.
Eu busco, mas eu perco antes mesmo de tocar.
Minha mente acoberta tudo e dái fica tudo mais confuso e desesperador.
Até que o dia se torna noite e a noite espera para se tornar dia.
Mas nem sempre isso vale pois há dias que surgem nublados e se apresentam como uma cara metade da noite.
Daí e daí?
Quem antecipa a noção ou compreensão de um consenso sobre o mundo?
Esta resposta é bem dificil pois os supostos donos do mundo são insanos e sagazes.
Como desvendar o sí mesmo?
Como entender a sí mesmo?
Qual corpo e mente humana não se torna tão complexo quanto o universo cósmico a que tentamos desvendar.
E nós, quem nos desvenderá?
Nós mesmos?
hum ... num sei não, tenho receio de está caindo nas mãos de homens que se mostram como deuses.
Há sim, mas já é verdade que caimos neste mundo de falsos deuses e juízes.
Nós somos os vários universos em meio a outro bem maior, porém não deve ser tão complexo quanto o universo humano.
Sendo o homem um próprio universo há infinitos riscos e formas de...
... os paraísos serem perdidos ou nunca serem encontrados.
Os terrenos que pisamos não são tão sólidos assim, como pensamos ou esperamos.
Há fulgurantes larvas de fogo vulcânico entre nós e que deriva de nós mesmos.
Os riscos que corremos são os nossos próprios filhos gerados pelo orgasmo de uma gozada após uma bela transa de nossas angústias e invejas, medos e vaidades.
Assim os luxos se confundem com as nossas necessidades.
Os faustosos sentimentos se reprimem pelo medo.
Contudo os vários satãs se assentam heroicamente.
Os desesperos são súditos de mais uma identidade humana.
Bem mais além das metas de esperanças, esta parte eu plageio por muitos ditos que falam sobre isso.
As ambições são parte disto.
Eu, tú, ele, nós, vós e eles se inserem nestas ambições.
Contudo nós podemos tocar flautas ou gaitas em meio a tantos tormentos.
Assim esta saídas arroga as nossas vidas.
Embora aumente a nossa guerra.
Nos faz contar o que não vimos.
Nos faz falar o que não sabemos.
Nos convida a narrar o que não aconteceu.
E o que não acontecerá.
Eu e os meus desastres.
Em meio a tantos outros.
Minhas explosões internas e mentais.
Meus ostentos de orgulho.
Meus ostentos de medo.
Meus ostentos de mentiras.
Meus ostentos de imaginação.
Minhas memórias e esquecimentos.
Tudo se quebra diante de novas verdades.
Eu, meus universos e os universos dos outros somos os motivos de tudo aquilo que nos cerca.
Um mundo marcado por conflitos universais carregados de tormentos e diferenças.

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