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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ainda temos isso para resolver.








Nada mais justo do que lembrar o passado. Todos merecem saber a que fim deram aqueles que lutaram por algo de útil na humanidade. Ser historiador é lembrar aquilo em que, os que são comentados não podem mais se defenderem.

Querendo despir todos os desejos que levaram ao algo! Com um olhar encharcado de bebida nictar. Das imagens reais e fictícias, famintas por um corpo e por uma mente! No sopro de um dos ventos da vida e na ferocidade de uma razão mordaz de qualquer verdade noturna e despida... o sonho que passar será mais um que voltará. Ao que de fato nos convém. No enlace de negros, brancos, vermelhos e clonados... por diversas epidermes. Finalizaremos um sabor que poderá destituir novos aversos... acompanhado das silhuetas, de diversos contornos absurdos. Em que os olhares distintos provocam. É um causador de delírios e de sabores insanos por mais e mais corpos!
Era está básico, ao se acostumar com um frio e com uma sede. É preciso ter um porre de paciência e cautela. Pra não cansar sua falta de precaução. Todo dia a mesma cena nas telas oculares de quem sabe olhar sem demonstrar aquilo que é visto despercebidamente. Andar? É preciso? Com seus pés descalços e calejados. Seria melhor observar o fogo na lareira da imaginação. Café numa xícara pequena e seguida com uma dose de conhaque. Um cigarro amassado ajuda a fazer, da parte interna do corpo, uma lareira particular e que estaria sujeita a esquentar a alma do seu mundo mental. Não é possível ter o céu, mas uma noite ofegante, sim. Lembro a todo instante de seu último romance pérfido de outras histórias. Impossíveis de se acreditar.