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domingo, 23 de maio de 2010

Visão do exército.

Exército diz que golpe militar foi escolha pela democracia


Em sua página na internet, o Exército brasileiro afirmou que o golpe militar foi uma escolha pela democracia, com um trecho no qual cita que: "eufórico, o povo vibrou nas ruas com a prevalência da democracia". De acordo com os militares, o texto é de autoria de diversos historiadores militares. As informações são do jornal Estado de S. Paulo desta sexta-feira.

O texto disponibilizado na página diz ainda que os fatos recentes da história mostram que o povo brasileiro estava certo quando optou pela democracia nos anos 60. Ao ser perguntado, sobre quais seriam esses fatos, o Exército respondeu que seriam "a queda do Muro de Berlim (ocorrida em 1989) e suas consequências, por exemplo".

Fonte: Terra Brasil

A jontex como instrumento histórico.

A marca de preservativos JONTEX foi introduzida no mercado brasileiro no longínquo ano de 1937 pela empresa americana Johnson & Johnson, em uma época que falar sobre sexo ainda era tabu. O nome da marca é a junção das iniciais sem a letra H da palavra JOhNson e das três últimas letras da palavra láTEX, principal matéria-prima do produto. No logotipo a letra “O” é representada pelo símbolo utilizado para designar o sexo masculino.

História das marcas,. segundo o mundo das marcas.

História de Marca

Blog conta um pouco da história de mais de mil marcas globais e brasileiras


Um pano de fundo acinzentado, um cabeçalho verde e uma simples descrição no lado direito. A simplicidade do blog "Mundo das Marcas" pode não empolgar tanto ao visitante sedento de pirotecnias em html. No entanto, quem investe pouco mais de um minuto na leitura do conteúdo sabe que ali tem coisa boa. A começar pelo objetivo do blog: recuperar a história das principais marcas do Brasil e do mundo.
Blog “Mundo das Marcas” é voltado para pessoas que acreditam que a publicidade, o marketing e as marcas em geral significam mais do que meros símbolos do “capitalismo imperialista”.
Antes visto como terreno pegajoso, hoje o estudo da propaganda e da publicidade vem crescendo bastante. Diversos historiadores já olham para a publicidade como um elemento bastante importante da história cultural e não apenas econômica, como ocorria no passado. As marcas, bem como a sua propaganda, trabalham com ideias e valores de um tempo e de um espaço histórico específico, contam as vicissitudes de uma sociedade, podem expor seus medos, temores e desejos.
Algumas obras já se tornaram referências no campo, como é o caso do livro “A Fabricação do Rei - A Construção da Imagem Pública de Luis XIV” e "História social da Mídia", ambos do historiador inglês Peter Burke. E embora os livros não abordem o tema da publicidade como o conhecemos, neles é lançado um olhar mais amplo e profundo sobre o ato de publicizar ações, ideias e, claro, marcas.
Mas voltemos ao nosso 'Mundo das Marcas". O blog possui atualmente aproximadamente 1.291 marcas. Divididas em ordem alfabética, o blog conta suas histórias, suas curiosidades, números e traz também fotografias que mostram a evolução do design, das logos e dos slogans. Sem qualquer associação com qualquer das marcas apresentadas, o blog é uma espécie de dicionário ou Wikipédia das marcas. No último post, por exemplo, a história da marca "Marcopolo", empresa de transporte que há sessenta anos vem levando muita gente de um lugar para o outro. No blog, você ainda pode conferir a história de marcas globais como a "ABC Network", "Absolut Vodka" ou de marcas tupiniquins, como a "Abril" ou a "Azaleia". Há até mesmo uma seção dedicada somente a garotos propagandas! Gostou? Então, acesse: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/

domingo, 16 de maio de 2010

sos patrimônio histórico

Agora podemos ter um pouquinho mais de esperança na restauração de um patrimônio arquitetônico e histórico da cidade de Parnaíba-PI. Aos que duvidavam, aí está. Estamos torcendo para que o objetivo seja concretizado. No mais quero agradecer a todos que acreditaram nesta causa.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Motivação para o Sucesso

Os caçadores-coletores em geral não representavam
perigo para si mesmos, por vários motivos:
suas economias tendiam a ser saudáveis (muitos
dispunham de mais tempo livre do que nós; tinham
poucas posses por serem nômades, assim,
quase não havia roubo e experimentavam pouca
inveja; a ganância e a arrogância eram consideradas
não só males sociais, mas também quase doenças
mentais; as mulheres tinham um poder político
real e tendiam a ser uma influência estabilizadora
e moderadora, antes que os meninos começassem
a se ocupar das flechas envenenadas; e, se
crimes sérios fossem cometidos - vamos dizer, assassinato
-, o bando, coletivamente, julgava e punia
o criminoso. Muitos caçadores-coletores organizaram
democracias igualitárias. Não tinham chefes.
Não havia hierarquia política ou corporativa
que sonhassem galgar.
(SAGAN, C. "Bilhões e Bilhões". São Paulo:
Companhia das Letras, 1998. P. 37.)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Gram - Antes do Fim, uma boa noção de tempo ou do que foi feito no seu tmpo em particular, post seu comentário.

Gram - Voce pode ir na Janela, aqui entramos no campo da psicanálise do video. Acompanhe e deixe a idéia humanamente possível.

Animação sobre Comportamentos Obcessivos/ Animation Obsessive Behaviors

A volta da literatura e suas questões no campo das humanas.

"A volta da literatura mergulhou os estudos históricos numa extensa crise
epistemológica. Questionou nossa crença num passado fixo e determinável,
comprometeu a possibilidade da representação histórica e minou nossa
capacidade de nos localizarmos no tempo."

A crise das ciências humanas.

"Hoje, parece ter chegado o tempo das incertezas. A reclassificação das
disciplinas transforma a paisagem científica, questiona as primazias
estabelecidas, afeta as vias tradicionais pelas quais circulava a inovação. Os
paradigmas dominantes, que se ia buscar nos marxismos ou nos
estruturalismos, assim como no uso confiante da quantificação, perdem sua
capacidade estruturadora (...) A história, que havia baseado boa parte de seu
dinamismo em uma ambição federativa, não é poupada por essa crise geral das ciências sociais."
Roger Chartier.